FICHA TÉCNICA |
| Período: 04/04/2012 a 06/04/2012 Hotel: Hotel Charles Darwin (minha resenha no tripadvisor aqui) Atração inesquecível: Parque Torres del Paine Restaurante show: Hotel Charles Darwin Transporte na cidade: Pé! Transporte até o parque: Carro alugado |
Como pegamos as passagens com milhas TAM, a volta do passeio da Patagônia foi de Punta Arenas, no Chile. Assim, já que teríamos que ir pra lá mesmo, porque não conhecer as belezas da Patagônia Chilena também? A principal atração de lá é o Parque Nacional Torres del Paine, onde estão as famosas Torres. Infelizmente não tínhamos muito tempo mais, então reservamos um dia só pro parque.
Contrariando as recomendações da tripulação do Viaje na Viagem, não ficamos hospedados dentro do Parque, mas em Puerto Natales, a cidade mais próxima de lá. As hospedagens do Parque ou são caríssimas, ou são muito simples, voltada pro pessoal que vai fazer o circuito W de trekking. Decidimos ficar em Puerto Natales, e pegar um passeio para o Parque, como o que o Ricardo Freire fez aqui.
Contrariando as recomendações da tripulação do Viaje na Viagem, não ficamos hospedados dentro do Parque, mas em Puerto Natales, a cidade mais próxima de lá. As hospedagens do Parque ou são caríssimas, ou são muito simples, voltada pro pessoal que vai fazer o circuito W de trekking. Decidimos ficar em Puerto Natales, e pegar um passeio para o Parque, como o que o Ricardo Freire fez aqui.
Conversamos com o concierge do hotel e ele nos disse que, além das excursões pro Parque, também poderíamos alugar um carro para ir. Não me lembro exatamente dos valores, mas lembro que o valor do carro alugado ficava menor do que das excursões para nós dois (no final ficou mais caro, porque a gasolina no Chile é caríssima !). Mas, pela flexibilidade, decidimos ir de carro alugado. Lá existem várias locadoras, mesmo assim foi um pouco difícil de achar porque deixamos pra última hora, mas acabamos achando um carro da Samsung (!) disponível.
Em uma das locadoras, conhecemos um chileno figuraça, o Sr. Patricio Porras ("nunca vou poder viajar pro Brasil com um sobrenome desses!"), que nos deu a dica de chegar pela entrada norte do parque e sair pela sul, fazendo o caminho contrário das excursões. Assim, poderíamos passar pela Cueva del Milodón (uma caverna entre o parque e a cidade) no horário mais sossegado. Segundo ele, o sol da tarde na Cueva é bem bonito.
Saímos cedo (mas nem tanto), e começou até a nevar no caminho! Lindo... mas imagina o frio de lascar. Chegando perto do Parque a estrada é de terra, e lá dentro também, mas não tinha buraco não.
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| Tava nevando! (clique na foto para ampliar) |
Placa da entrada do Parque, e o simpático guanaco (clique nas fotos para ampliar!)
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| Laguna Azul. E essa não é a mais bonita do Parque! (clique na foto para ampliar) |
| Cascata Paine (clique na foto para ampliar) |
| Cadê as Torres?? :( Era pra ter outras montanhas atrás dessas... (clique na foto para ampliar) |
| Salto Grande (clique na foto para ampliar) |
Eu lutando contra o vento para (tentar) ver os picos Los Cuernos (clique nas fotos para ampliar!)
Depois do Salto Grande, veio a vista do Lago Pehoé, outra maravilha. Olha lá um dos hotéis que dava pra ter ficado! :)
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| Lago Pehoé (clique na foto para ampliar) |
Seguimos para o Lago Grey, passando pelo Salto Chico. Ele fica ao lado do Hotel Explora, o mais chique do Parque. A trilha é legal porque margeia o lago. Mas Jesuis, que frio. Fui lá, vi correndo e voltei correndo! Finalizamos no Lago Grey, que abriga o Glaciar Grey e seus icebergs. Tem uma trilha bem bonita no meio da mata até o lago, e dá pra chegar bem pertinho. Tem que andar até o outro lado da "praia" pra ver o glaciar ao fundo.
Trilha e o Lago Grey e seus icebergs (clique nas fotos para ampliar!)
Com essa andança toda, acabamos saindo do Parque umas 17h, e já era a visita da Cueva. Começou a anoitecer, e daí tivemos essa bela vista da lua cheia no Lago Toro.
| Lua cheia no Lago Toro (clique na foto para ampliar) |
Apesar da lua cheia, a volta não foi muito legal não. Saindo deste lado do Parque, a estrada de terra tem quase 60 km, e fazer de noite foi bem estressante. Se for fazer esta rota, tem que sair umas 16h do Parque no máximo, pra fazer a volta toda de dia. Saindo este horário também dá tempo de passar pela Cueva (confirme o horário de fechamento), pois ela já tá pertinho da estrada de asfalto.
Se quiser ver a lua cheia, melhor dormir no Parque. :) Foi o que deveríamos ter feito, como fizemos em El Chaltén, pra ter mais chance de ver as Torres. Apesar da entrada pro Parque valer por 2 dias, é muito longe de Puerto Natales pra ir 2 dias seguidos, e ainda arriscar não ver nada de novo.
As mais belas atrações da Patagônia acabam por aqui. No próximo post, Punta Arenas, a porta de saída da Patagônia chilena e nosso último imã. :)
Veja tudo sobre a Patagônia no Colecionando Ímãs em: Patagônia - Índice de Posts.
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